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20/05/2009

MATRUZ COM LEITE


Mastruz com Leite anima Forró da AABB

Fernanda Figueiredo

Com chuva ou sem chuva, o forró da AABB promete nesta sexta-feira, 24 de abril. É que um dos grupos de forró mais tradicionais do Brasil, Mastruz com Leite, está de volta a Salvador para fazer a galera "arrochar o nó" e se emocionar recordando as canções românticas do grupo. Além de Mastruz, sobe ao palco da AABB a anfitriã do evento, Forrozão du Karai.




Matruz com leite



Matruz com leite seguinte:




Matruz com leite obaaa



Foto do grupo


CALCINHA PRETA

A banda calcinha preta é uma das mais famosas bandas de forró do Brasil e também é considerada uma das melhores, fazendo grande sucesso por todo lugar por onde passa, devido a qualidade de suas produções.
A Calcinha Preta é a banda de forró que mais impressiona o público em todo o Brasil, com seu espetáculo de som, luzes e efeitos especiais de última geração. Suas canções, figurinos e coreografias produzem no público sensações jamais proporcionadas por nenhuma outra banda de forró.
Em meados da década de 90, o forró ganhou uma nova roupagem. O ritmo tornou-se mais acelerado, arranjos ganharam mais instrumentação, temas modernos inspiraram novos estilos de canções, e o palco passou a ser cenário de grandes espetáculos de decorações inovadoras, coreografias de dançarinos e efeitos especiais em luzes e sons. Surge então a era da revolução da música nordestina, e no contexto, Calcinha Preta surge com seu primeiro CD “A Banda de Forró Mais Gostosa do Brasil”, vendendo de imediato mais de 100 mil cópias, e atraindo milhares de fãs em todo o Brasil.
São mais de 200 mil cópias vendidas no primeiro DVD, 200 mil no segundo DVD e mais de 3 milhões de CD’s vendidos ao longo dos 10 anos de carreira.
Para incrementar tal sucesso e ampliar os horizontes, firmou-se em 2005 uma parceria com a empresa RC3, que faz um trabalho de marketing, divulgação e venda de shows nas regiões sudeste, sul e centro-oeste do país. Tal parceria tem consolidado ainda mais o trabalho iniciado no menor estado brasileiro, e que tomou conta dos quatro cantos do país.
Atualmente, a Calcinha Preta participa das maiores feiras agropecuárias do Brasil, disseminando o ritmo (que até então era limitado ao Nordeste e somente à cidade de São Paulo) por todo o sudeste, reunindo verdadeiras multidões, que aplaudem e cantam suas canções nos shows pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Seu site oficial na Internet é um dos mais completos e acessados da rede, possuindo uma estrutura tecnológica rica e moderna, com recursos e tendências de última geração. Com um nível de acessibilidade internacional, possui altíssimo índice de visitação global, mantendo uma presença mínima de 40 países visitantes/mês no mundo inteiro.
O espetáculo da banda leva ao palco nove músicos, quatro vocalistas e quatro casais de dançarinos, que emocionam o público com seus ritmos, melodias, figurinos, coreografias e cenários, capazes de impressionar inclusive a crítica especializada, lotando casas de shows e praças.
Desde a sua criação em 1995, a Calcinha Preta possui uma discografia de enorme sucesso, numa carreira sempre na ascendente.
VocalistasDaniel Diau, Rayed Neto, Paulinha Abelha e Silvânia Aquino
DançarinosViktor, Dênis, Júnior, Amanda, Maristela e Nana
MúsicosAlexandre (guitarra), Gilson Batata (contra-baixo), Pé-de-ferro (bateria), Missinho (acordeon), Alex Marques (teclados), Valdir (percussão), João Paulo (metal), Cássio (metal) e Cauca (metal)
Equipe técnicaJúlio, Anderson, Bruce, Gasolina, Alenca, Renato, Gigi, Novinho, César e Ari
Espero que tenham gostado.


Publicado em abril 22, 2008 por Luiz SouzaEm: Muito LegalTags: , , , , , ,

19/05/2009

TURMA DA MONICA

Turma da Mônica compreende um grupo de personagens de história em quadrinhos criado por Mauricio de Sousa.
É o maior dos grupos (chamados de "turmas") de personagens criadas pelo cartunista, possuindo ainda uma série de minigrupos, nos quais as personagens passam por várias peripécias cotidianas. O termo pode se referir também a todas as personagens já criadas por Mauricio, mas que, a rigor, não fazem parte da "Turma da Mônica", tais como as personagens da Turma da Mata ou da Turma do Penadinho. A mais nova novidade da Turma Da Mônica, é a Turma da Mônica Jovem, lançado em agosto de 2008.

CRIAÇAO:

Maurício de Sousa, então repórter policial da Folha da Manhã, no ano de 1959 ofereceu aos redatores do jornal uma tira em quadrinhos sobre um cãozinho e seu dono, Bidu e Franjinha. Nos anos seguintes foram lançados Cebolinha e, em seguida, Chico Bento, Cascão, Magali e Pelezinho, entre outras.
A Turma da Mônica pode ser encontrada em diversas mídias como livros, jornais, desenhos animados, CD-ROM, games, internet e discos. A "Turma" na verdade consiste de 12 turmas:
Turma da Mônica
Turma do Chico Bento
Turma do Horácio
Turma do Penadinho
Turma do Piteco
Turma da Tina
Turma do Papa-Capim
Turma da Mata
Turma do Astronauta
Turma do Ronaldinho Gaúcho
Turma do Pelezinho
Turma da Mônica Jovem

Turma do Chico Bento
Ver artigo principal: Turma do Chico Bento
Turma de personagens cujas histórias acontecem em uma cidade no interior de São Paulo, a Vila Abobrinha, onde as fazendas são grande parte da cidade. Originalmente o principal personagem era o Zé da Roça e o Chico, um coadjuvante.
A Turma do Chico Bento mora neste lugar, onde ficam as fazendas do Chico Bento e do Nhô Lau, do qual os meninos roubam goiabas das árvores, a escola da Professora Marocas e o centro da cidade, onde ficam os armazéns e a igreja do Padre Lino
Lá também acontecem várias quermesses típicas do interior.

Turma do Bidu
Ver artigo principal: Turma do Bidu
Bidu (1959) - É um cão azul, inspirado em um Schnauzer cor sal-pimenta, meio azulada (nas primeiras edições, o Bidu era cinza). O primeiro personagem de Mauricio, cachorro do Franjinha. Inicialmente fazia aparições apenas com a turminha, se comportando como um cachorro, mas com o tempo ganhou um outra 'dimensão' estreando historias solo, como ator, personagem e se comportando como quase humano, satirizando as proprias histórias.
Bugu (1972) - "Alô, mamãe!". Amplamente desgostado e desprezado pelo Bidu por tentar roubar-lhe a cena, Bugu é sempre chutado para fora pelo mesmo ao final das histórias. Seu maior dom é fazer imitações, mas sem talento nenhum.
Manfredo (1982) - É um cachorro que faz tudo nas histórias do Bidu (nas histórias de bastidores): contra-regra, braço-direito, secretário, assistente, produtor, enfim, o que for preciso.
Duque (1973) - O melhor amigo do Bidu. Esperto e simpático, está sempre convidando o Bidu para acompanhá-lo nos passatempos caninos, como correr atrás de pneus.
Zé Esquecido - Antigo personagem que voltou a aparecer. Amigo do Bidu, famoso por se esquecer de tudo que faz ou deixou de fazer, irritando todos a sua volta.
Dona Pedra - Uma pedra com quem Bidu fala (e que surpreendentemente também fala ). Às vezes filosofa e reclama (até demais) da vida.
Mister B - Sátira em cima do mágico Mr. M. Mister B ensinava como eram feitos os truques dos quadrinhos, como as pedras falantes, as caminhadas no ar e os personagens 'imorríveis'.
Zé Gordão - Personagem excluido que voltou a aparecer. Sofre com seu excesso de gordura, é conhecido também por ser 'babão'.
Buguinho (1982) - Sobrinho do Bugu que, com suas peraltices, chegou a deixá-lo doente numa clínica de repouso.
Théo - Faz pontas nas historias do Bidu, mencionado uma ou outra vez.
Pequinês - É um cão da raça pequinês, que o Bidu e o Duque sempre caçoam por causa daquela cara.
Fifi - Conhecida como a Cachorrinha mais fofa da rua, é motivo de disputa entre Bidu e Duque.
Dona Árvore - É a segunda opção do Bidu quando a Dona Pedra não está de bom humor.
Juninho - O sobrinho pentelho do Bidu, quando chega, mexe e destrói tudo em sua volta.
Linguicinha - Amigo de Bidu e Duque. Vive tropeçando nas orelhas.
Biduza Leitão - Prima do Bidu, é azul como ele.

Turma do Horácio
Ver artigo principal: Turma do Horácio
Horácio é um dos principais personagens de Mauricio. Comenta-se que, na verdade, é um alter-ego do próprio autor, através do qual ele pode expressar sua opinião e filosofar .
Suas histórias geralmente não tem fins humorísticos e sim reflexivos acerca de vários assuntos.
Horácio - Tão ingênuo quanto filósofo, Horácio é um filhote órfão de Tiranossauro rex, mesmo que não pareça, pois é meigo, amigo, gentil, solidário, e, o mais surpreendente, herbívoro, sendo seu prato predileto alface. Nasceu de um ovo abandonado ao sol e até hoje procura saber quem é a sua mamãe. É o único personagem cujas histórias são apenas escritas pelo próprio Maurício.
Lucinda - É uma dinossaura muito apaixonada por Horácio. Por mais que ele sempre diga que é muito novo para casar ou namorar, no fundo no fundo, já demonstrou em várias histórias que também sente um certo afeto por ela...
Tecodonte - É o melhor amigo de Horácio, mas quase nunca concorda com as idéias "solidárias" do Horácio, como quando na história em que ele caiu, mas Horácio não riu dele.
Antão - É um grande e peludo filhote de mamute, muito amigo de Horácio. No inverno, protege Horácio da neve.
Napões - Uma espécie totalmente diferente de todas as outras que povoavam a Terra na Pré-Históra, hoje não existe nem sinal de que eles realmente tenham vivido por aqui. Vivem em sociedade formando uma grande família e são liderados por um rei.
Alfredo - É um pterodactilo que, junto de sua companheira, cuidou de Horácio quando ele era filhote, pois o Horácio não tem mãe. Continuam muito amigos, e Horácio gosta de voar nas costas dele.
Simone - Outra dinossaura apaixonada por Horácio, ela é rival de Lucinda.
Carlota - É a companheira do Alfredo, raramente apareçe nas histórias.
Brontossauro - É um enorme, gordo e desajeitado brontossauro, muito doce e delicado como uma criança. Assim como Horácio, é muito sonhador. O seu apelido é Bronto.
Esteguinho - Esteguinho é um filhotinho de estegossauro que gosta de ouvir histórias do Horácio, e raramente aparece nas histórias.
Estego - Estego é um estegossauro amigo de Horácio, que raramente aparece nas historinhas.
Ab e Surdo - Dois seres, misturas de grifo, dragão, cão, ave... vivem na pré história de Horácio, são famintos e trapaceiros.
Super-Horário - Após ser atingido por um côco, este vira um super-herói que ajuda seus amigos dinossauros. Já apareceu em uma história do Parque da Mônica.
Cumpinchins - São uns olhinhos que vivem nas cavernas. Ninguém sabe como são os Cumpinchins.
Anossauro - Dinossauro velho, sábio e conselheiro.
Zé - Macaco falante e sapeca, amigo de Horácio. Raramente aparece.
Natus - Amigo de Horácio. Praticamente, só apareceu em uma história

O Microsoft Windows XP




(Oficialmente, Windows NT 5.1)


é um sistema operacional produzido pela Microsoft para uso em todos os tipos de computadores,incluindo computadores residenciais e de escritórios, notebooks, media centers e ainda Tablet PCs Importante anota ai o serial original :
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REDE SEM FIO:

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NERO 9





A grande maioria dos usuários que possui um gravador de DVDs ou de CDs já conhece o famosíssimo Nero. O programa que acompanha os gravadores de diversas marcas vem crescendo em todos os sentidos, tanto por abranger mais funções como por cada vez mais ocupar grande quantia de espaço e requisitar computadores robustos para sua execução.
O aplicativo cada vez mais vem ganhando uma vasta quantia de usuários, não somente por ser distribuído juntamente com novos aparelhos que gravam DVDs, mas principalmente por facilitar muito as tarefas de gravação. Nero que antes era apenas um aplicativo que gravava CDs de dados e músicas tornou-se um pacote completo, com vários programas para gravar, copiar, criar e personalizar ao seu gosto seus CDs e DVDs.
9M03-01A1-PCX7-K31A-8A94- 98PT-KT2E-522Ao nero 9 tem crack tbmé só clica aqui pra baixar
http://baixakianimes.spaceblog.com.br/214486/Nero-9-portugues-Brasil-Crack-e-Serial/


VALIDAÇÃO DO XP

A Microsoft anunciou que a partir desta semana, começará a implementar a nova versão de seu sistema de notificação de Validação do Windows, o WGA (Windows Genuine Advantage). Este reforço no da Microsoft contra a pirataria de seus softwares destina-se exclusivamente ao Windows XP Professional. A idéia é tentar evitar que o usuário consiga burlar ou validar seu Windows XP com uma chave pirata. O Media Center e Tablet estão inclusos nessa, por terem o código do XP Pro. Foram feitas algumas modificações no sistema de validação, mas mantiveram como base para verificação o Windows Update simples como era antes. Nada de passos adicionais para isso. À partir de então, ao fazer updates, no próximo logon além das mensagens que apareciam normalmente quando detectava um XP Pirata, será mostrada uma tela preta com um aviso, conforme abaixo:Então o usuário poderá voltar ao seu wallpaper de costume, mas a cada uma hora, será exibida a mesma mensagem e a tela ficará preta novamente até que seja validado como original. A mensagem de canto, ficará ali e não poderá nem ser clicada:
Desta vez a Microsoft garante ter colocado mais automação e inteligência suficiente no software para que o mesmo detecte quando estão tentando burlar ou quando estão fazendo updates do Windows XP Professional com chaves inválidas.

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TIM MAIA

Tim Maia, nascido Sebastião Rodrigues Maia (Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942Niterói, 15 de março de 1998) foi um cantor e compositor brasileiro. Alcançou o sucesso a partir da década de 1970 e tornou-se um dos mais influentes cantores brasileiros. Morreu vítima de uma infecção generalizada, após a tentativa de um show em condições de saúde debilitada.











Primeiros anos
Nascido no Bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, na Rua Afonso Pena 24, começou a compor melodias ainda criança e já surpreendia a numerosa família, era o penúltimo de 19 irmãos.
Destacou-se pelo pioneirismo em trazer para a MPB o estilo soul de cantar. Com a voz grave e carregada, tornou-se um dos grandes nomes da música brasileira, conquistando grande vendagem e consagrando sucessos, lembrados até hoje, e que influenciaram o sobrinho, o cantor Ed Motta.
Tim Maia começou na música tocando bateria num grupo Tijucanos do Ritmo, formado na Igreja dos Capuchinhos próxima a sua casa, passando logo para o violão. Tim nessa época era conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly Bop-A-Lena de Ronnie Self (apelido que Jorge Ben tinha pelo mesmo motivo)[1] Em 1957, fundou o Grupo vocal Os Sputniks, do qual participaram Roberto Carlos, Arlênio Silva, Edson Trindade e Wellington, ao contrário do que muitos pensam Erasmo Carlos nunca fez parte do grupo; Erasmo fez parte do The Snakes, grupo que acompanhava tanto Roberto quanto Tim após o fim do The Sputniks. Em 1959, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e entrou em contato com a soul music, chegando a participar de um Grupo vocal, o The Ideals. No entanto 4 anos mais tarde viria a ser deportado de volta para o Brasil. Em 1969, foi chamado para gravar em dueto com Elis Regina a sua composição "These Are The Songs" no disco da cantora.

Seu primeiro trabalho solo foi um compacto pela CBS em 1968, que trazia as músicas "Meu país" e "Sentimento" (ambas de sua autoria, como todas as músicas sem indicação de autor). Sua carreira no Brasil fortaleceu-se a partir de 1969, quando gravou um compacto simples pela Fermata com "These are the Songs" (regravada no ano seguinte por Elis Regina em duo com ele, e incluída no LP Em pleno verão, de Elis) e "What Do You Want to Bet".


Anos 70
Em 1970 gravou seu primeiro LP, "Tim Maia", na Polygram, por indicação da banda "Os Mutantes", que permaneceu em primeiro lugar no Rio de Janeiro por 24 semanas. Neste disco, obteve sucesso com as faixas "Azul da cor do mar", "Coronel Antônio Bento" (Luís Wanderley e João do Vale), "Primavera" (Cassiano) e "Eu Amo Você". Até Elis Regina, reconhecendo o talento de Tim, gravou uma de suas composições em inglês, "These are the songs", no disco "Em pleno verão", de 1970.
Nos três anos seguintes, com a mesma gravadora, lançou os discos Tim Maia volume II, tornando-se cada vez mais famoso com canções como a dançante "Não Quero Dinheiro (Só quero amar)", na era Disco; Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV, no qual se destacaram "Gostava tanto de você" (Edson Trindade) e "Réu confesso". Em 1975 gravou os LPs Tim Maia racional vol. 1 e vol. 2. Em 1978 gravou para a Warner Tim Maia Disco Club, com um de seus maiores sucessos, "Sossego".
Foi regravado por vários artistas, como Kid Abelha, Viper, Lulu Santos e Paralamas do Sucesso e recebeu até homenagens por parte de artistas do porte de Caetano Veloso e Jorge Ben Jor (W/Brasil).

Fase racional (1975-1976)
Na década de 70 entrou em contato com a ideologia Cultura Racional, liderada por Manuel Jacinto Coelho, um "guru" da ufologia, quando lançou, (1975), os álbuns Tim Maia Racional, volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (palavra "amores" ao contrário e abreviação do próprio nome "Sebastião Rodrigues Maia").
São considerados por muitos os melhores de Tim Maia, com grandes influências de funk e soul e pelo fato de que nesta época Tim Maia manteve-se afastado dos vícios, o que refletiu na qualidade de sua voz.
Desiludido com a ideologia, percebeu que o “mestre espiritual” Manuel não correspondeu ao ideal de um mestre. O cantor, revoltado, tirou de circulação os álbuns, tendo virado item de colecionadores, devido à raridade. Deste disco existem várias pérolas, uma das quais é Imunização Racional.

Já nos anos 2000 foram descobertas novas músicas pertencentes à "fase racional", no que foi intitulado de verdadeiro "racional 3", podendo-se mencionar as faixas: "You Gotta Be Rational", "Escrituração Racional", "Brasil Racional", "Universo em Desencanto Disco", "O Grão Mestre Varonil", "Do Nada ao Tudo" e "Minha Felicidade Racional", disponibilizadas apenas na Internet.
Após o término de sua fase racional, Tim voltou a seu antigo estilo de música e vida e mais sucessos se seguiram: "Sossego" (do LP "Tim Maia Disco Club", de 1978), "Descobridor dos Sete Mares" (faixa-título do LP de 1983, que também trouxe "Me Dê Motivo") e "Do Leme ao Pontal" (de "Tim Maia", 1986).

Anos 80
Lançou em 1983 o LP "O Descobridor dos Sete Mares", com destaque para a canção-título "O Descobridor dos Sete Mares" (Michel e Gilson Mendonça) e para Música "Me dê Motivo" (Michael Sullivan/Paulo Massadas) um dos seus maiores sucessos. Em 1985, gravou Um Dia de Domingo, também de Sullivan e Massadas, num dueto com Gal Costa, obtendo grande sucesso. Outro disco importante da década de 1980 foi "Tim Maia" (1986), que trazia o hit "Do Leme ao Pontal". Artista com histórico de problemas com as gravadoras, na década de 1970 fundou seu próprio selo, primeiramente "Seroma" e depois "Vitória Regia". Por ele, lançou em 1990 "Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova", e mais tarde "Voltou a clarear" e "Nova era glacial". Em 1988, venceu o Prêmio Sharp de música na categoria "Melhor Cantor".

Anos 90
Descontente com as gravadoras, Tim Maia retomou a idéia da editora Seroma e da gravadora Vitória Régia Discos, pela qual passou a fazer seus lançamentos. Regravado por artistas do pop (Paralamas do Sucesso, Marisa Monte), Tim retribuiu a homenagem gravando "Como Uma Onda", de Lulu Santos e Nelson Motta, que foi grande sucesso nos anos 90, juntamente com seu álbum ao vivo, de 1992. De Jorge Ben Jor, ganharia o apelido de "o síndico do Brasil", na música "W/Brasil". Ao longo da década, Tim gravaria discos de bossa nova (um deles com Os Cariocas) e de versões clássicos do pop e do soul ("What a Wonderful World").
Em 1993, dois acontecimentos reimpulsionaram a carreira: a citação feita por Jorge Ben Jor na canção "W/Brasil" e uma regravação que fez de "Como uma onda" (Lulu Santos e Nelson Motta) para um comercial de televisão, de grande sucesso e incluída no CD "Tim Maia", do mesmo ano. Assim, aumentou muito a produtividade nesta década, gravando mais de um disco por ano com grande versatilidade: o repertório passou a abranger bossa nova, canções românticas,funks e souls. Também teve muitas composições regravadas por artistas da nova geração, como Paralamas do Sucesso e Marisa Monte.
Em 1996 lançou dois CDs ao mesmo tempo: "Amigo do rei", juntamente com Os Cariocas, e "What a Wonderful World", com recriações de standards do Soul e do Pop norte-americanos dos anos de 1950 a 1970. Em 1997 lançou mais três CDs, perfazendo 32 discos em 28 anos de carreira. Nesse mesmo ano fez uma nova viagem aos Estados Unidos.

Vida pessoal
Teve graves problemas com vícios. Chegava a beber três garrafas de uísque por dia, além do uso de maconha e cocaína. Colecionou desafetos e processos trabalhistas -- de músicos contra ele e dele contra gravadoras --, além de renegar publicamente antigas amizades, ameaçar críticos e faltar a espetáculos. Exemplo disso foi o atraso de três horas para um show no clube Noites Cariocas; isto porque Tim desejou receber o cachê em espécie para cantar, e, mesmo após ter seu desejo atendido, recusou-se a pegar o bondinho por medo de altura. Passou anos sem se apresentar na Rede Globo e acusava o executivo da emissora, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, de ser o culpado pelo boicote. Outro conhecido inimigo ele denominava ETA, "Exploradores do Talento Alheio", formado por empresários e donos de casas de espetáculos.
Viveu nos Estados Unidos entre 1959 e 1963, até ser preso por posse de drogas, sendo em seguida deportado.Após voltar chegou a ser preso outra vez pelo furto de uma mesa e passou 11 meses encarceirado no Rio de Janeiro.
No final de sua vida sofreu com problemas relacionados a obesidade, diabetes e problemas respiratórios. Durante a gravação de um espetáculo para a TV no Teatro Municipal na cidade de Niterói, no dia 3 de março de 1998, Tim tentou cantar, mesmo sabendo de sua má condição de saúde. Não conseguiu e retirou-se sem dar explicações; terminou sendo levado para o hospital numa ambulância, vindo a falecer em 15 de Março em Niterói, após internação hospitalar devido a uma infecção generalizada. No ano seguinte, seria homenageado por vários artistas da MPB num show tributo, que se transformou em disco, especial de TV e vídeo.
Em janeiro de 2001, em uma homenagem inusitada, o guitarrista Robin Finck do Guns N' Roses tocou uma versão rocker de seu sucesso Sossego, durante a apresentação da banda no Rock In Rio III[2].
Entre tantas homenagens de qualidade já feitas a ele a mais recente foi no dia 14 de dezembro de 2007, a Rede Globo homenageou Tim no especial Por Toda a Minha Vida. Em 2009, o cantor foi homenageado no programa Som Brasil com participações de Leò Maia, Seu Jorge, Thalma de Freitas, Marku Ribas, Carlos Dafé, Taryn Spielman e a banda Instituto.[3]

Discografia

Estúdio
Ano Título Formato
1970 Tim Maia LP e CD
1971 Tim Maia LP e CD
1972 Tim Maia LP e CD
1973 Tim Maia LP e CD
1975 Tim Maia Racional LP e CD
1976 Tim Maia LP e CD
1976 Tim Maia Racional Vol. 2 LP e CD
1977 Tim Maia LP
1978 Tim Maia Disco Club LP
1978 Tim Maia LP e CD
1979 Reencontro LP
1980 Tim Maia LP e CD
1982 Nuvens LP e CD
1983 O Descobridor dos Sete Mares LP e CD
1984 Sufocante LP e CD
1985 Tim Maia LP e CD
1986 Tim Maia LP e CD
1987 Somos América LP e CD
1988 Carinhos LP e CD
1990 Dance Bem CD
1990 Tim Maia interpreta Clássicos da Bossa Nova LP e CD
1991 Sossego LP e CD
1993 Não quero dinheiro LP e CD
1993 Romantico CD
1994 Voltou Clarear CD
1995 Nova Era Glacial CD
1997 Pro Meu Grande Amor CD
1997 Sorriso de Criança CD
1997 What a Wonderful World CD
1997 Amigos do rei - Tim Maia e os Cariocas CD
1997 Só Você - Para Ouvir e Dançar CD
Ao Vivo
Ano Título Formato
1992 Tim Maia ao Vivo CD
1998 Tim Maia ao Vivo II CD

Referências
Noites Tropicais. Sintonia Fina. Página visitada em 15 de abril de 2009.
Rock In Rio: Guns'N'Roses toca Tim Maia
Os bastidores do Som Brasil Tim Maia

Bibliografia
Fábio, Até Parece Que Foi Sonho - Meus 30 anos de Amizade e Trabalho com Tim Maia. Ed. Matrix.
As interpretações de Tim Maia. Ed. Irmãos Vitale.
Motta, Nelson. Vale Tudo, O som e a fúria de Tim Maia. Ed. Objetiva.
Ligações externas
Letras de Tim Maia
ABC do Tim Maia Racional. Uma introdução a quem quer se iniciar num dos mais cultuados e obscuros discos da black music nacional

16/05/2009

Windows Vista - Claudia leite

Cladia leite _ Windows vista



O Microsoft Windows Vista é uma linha de sistemas operacionais desenvolvido pela Microsoft para uso em computadores pessoais, incluindo computadores residenciais e de escritórios, laptops, Tablet PCs e computadores Media Centers. Antes do seu anúncio em 22 de Julho de 2005, o Windows Vista era conhecido pelo nome de código Longhorn.[1] Seu desenvolvimento foi concluído em 8 de Novembro de 2006; ao longo dos três meses que seguintes, foi lançado em etapas para fabricantes de computadores, de hardware e softwares, clientes comerciais e lojas de varejo. Foi lançado mundialmente no dia 30 de Janeiro de 2007,[2] e foi disponibilizado para compra e download a partir do site da Microsoft.[3] O lançamento do Windows Vista veio mais de cinco anos depois da introdução do seu predecessor, o Windows XP, sendo o período mais longo entre lançamentos consecutivos de versões do Microsoft Windows.


O Windows Vista possui centenas de novos recursos e funções, como uma nova interface gráfica do usuário, apelidada de Windows Aero, funções de busca aprimoradas, novas ferramentas de criação multimídia como o Windows DVD Maker, e completamente renovadas aplicações para redes de comunicação, áudio, impressão e subsistema de exibição. O Windows Vista também tem como alvo aumentar o nível de comunicação entre máquinas em uma rede doméstica usando a tecnologia peer-to-peer, facilitando o compartilhamento de arquivos e mídia digital entre computadores e dispositivos. Para os desenvolvedores, o Vista introduz a versão 3.0 do Microsoft .NET Framework, o qual tem como alvo tornar significantemente mais fácil para desenvolvedores escrever aplicativos de alta qualidade do que com a tradicional Windows API.






O principal objetivo da Microsoft com o Windows Vista, contudo, tem sido a de melhorar a segurança no sistema operacional Windows.[4] Uma das mais comuns críticas ao Windows XP e aos seus predecessores são as suas geralmente exploradas vulnerabilidades de segurança e a total susceptibilidade a malware, vírus e buffer overflows. Em consideração a isso, o então presidente da Microsoft, Bill Gates, anunciou no começo de 2002 uma Iniciativa de Computação Confiável de grande escala na empresa a qual tinha como objectivo desenvolver a segurança nos softwares desenvolvidos pela empresa. A Microsoft declarou que priorizou a melhoria da segurança do Windows XP e Windows Server 2003 antes da conclusão do Windows Vista, atrasando assim seu lançamento.[5]


Embora estas novas funcionalidades e melhorias de segurança tenham garantido opiniões positivas, o Vista também tem sido alvo de muitas críticas negativas da imprensa. As críticas relacionadas ao Windows Vista são os elevados requisitos de sistema, seus termos de licenciamento mais restritivos, a inclusão de uma série de novas tecnologias de gestão de direitos digitais que visam restringir a reprodução de mídia digital protegida, a falta de compatibilidade com certos programas e equipamentos "pré-Vis
ta", e o número de solicitações de autorização do User Account Control. Como resultado dessas e outras questões, o Vista tem taxas de aprovação e satisfação mais baixas do que as do Windows XP.






11/05/2009

Firefox

Desempenho

Velocidade
O Firefox 3 pode executar páginas complexas (como o Gmail) muito mais rápido que o Firefox 2.
Memória
Fragmentação de memória e memory leaks foram drasticamente reduzidos. Isso significa que uma sessão do Firefox 3 pode ficar aberta mais tempo sem apresentar aumento exagerado no uso de memória. O consumo também foi reduzido. Saiba mais.
Confiabilidade
O método de armazenamento de dados pessoais (como favoritos, histórico e cookies) foi reformulado. O novo sistema pode impedir perda de informações mesmo em casos de travamentos do computador.
Favoritos/Histórico
Totalmente reestruturados no Firefox 3. A nova interface permite facilmente salvar e encontrar um endereço e classificá-lo em pastas ou marcadores (como os usados no Gmail e nos favoritos do Google/Yahoo).
Novo autocompletar
Ao digitar no campo de endereço, são sugeridas páginas do histórico ou dos favoritos. A relevância do resultado baseia-se em acessos anteriores ao endereço.
O Firefox 3 localiza pelo título ou endereço das páginas. Você pode pesquisar por várias partes de um endereço separando-as com espaço.
Criando e editando favoritos
Adicione a página visitada aos favoritos com um clique. É só clicar na estrela do lado direito do endereço.
Quando você abre uma página salva nos favoritos a estrela muda de cor. Clique nela para editar as propriedades ou para removê-la dos favoritos. O menu de contexto de um favorito permanece aberto depois de usar um comando. Isso torna mais rápido realizar várias ações em seqüência. -->
Biblioteca
A janela Biblioteca (Favoritos > Organizar favoritos), substitui o gerenciador de favoritos das versões anteriores.
Engloba favoritos e histórico.
Backup mais fácil. Há um menu dedicado a essa função.
Propriedades de favoritos podem ser modificadas rapidamente.
Pastas de pesquisa: salve uma pesquisa de forma permanente como uma pasta.
Histórico
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04/05/2009

Ayrton Senna


Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 – Bolonha, Itália, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Morreu em acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994.

Seu excelente desempenho nas fórmulas anteriores (especialmente na Fórmula 3 inglesa em 1983) o levou a estrear na Fórmula 1 no Grande Prêmio do Brasil de 1984 pela equipe Toleman-Hart. Logo na sua primeira temporada na categoria máxima, Senna demonstrou rapidamente um talento excepcional levando a pequena equipe inglesa à exaustão e a obter resultados jamais alcançados. É considerado um dos maiores nomes do esporte brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo[1][2]

Apresentação

Ayrton Senna ganhou seu primeiro kart, um presente que deveria ser dado à sua irmã Viviane, um presente (e os brasileiros agradecem por isso) que sua irmã não aceitou muito bem (mas mesmo numa jovem idade ela admirava muito a dedicação do irmão), Ayrton tinha apenas três anos de idade até então, era um pequeno kart, com um motor de Cortador de Grama de 1hp. Senna mesmo disse que "até então era uma brincadeira, e eu gostei da brincadeira", o que ele mesmo chamou de "seu primeiro contato com o esporte". Ayrton Senna era canhoto[3]. Na juventude correu de kart, foi campeão da Fórmula 3 britânica e fez sua estréia na Fórmula 1 em 1984, com um carro da equipe Toleman. Passou para a Lotus em 1985 e ganhou seis corridas durante três temporadas. Em 1988 se juntou ao francês Alain Prost, na McLaren, e ganhou seu primeiro campeonato mundial de Fórmula 1. Também com Alan Prost, protagonizou uma das maiores rivalidades da Fórmula 1. Senna foi campeão mais duas vezes, em 1990 e 1991, sendo a de 1990 decidida de uma forma bastante controversa devido a uma colisão com Prost.

Nos dois anos seguintes com a McLaren, apesar de dirigir um carro inferior, Senna ainda venceu oito corridas e terminou o ano de 1993 como vice-campeão. Em 1994 saiu da McLaren e foi para a então dominante equipe Williams-Renault, onde encerrou sua carreira num trágico acidente na sétima volta do GP de San Marino, disputado no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, e que foi testemunhado ao vivo por milhões de fãs em todo o mundo.

Senna esteve próximo de vencer o GP de Mônaco de 1984, sua temporada de estréia, e dirigindo um carro inferior, e sua primeira vitória viria no GP de Portugal, sendo que os dois GPs foram disputados sob fortes chuvas. Detém o recorde de voltas rápidas (19), além de 65 pole-positions e 41 vitórias em 161 corridas. O seu recorde de seis vitórias no GP de Mônaco e seu primeiro título mundial em 1988 no GP do Japão são bons exemplos de sua performance. A sua grande habilidade em dirigir em pista molhada deu-lhe um lugar de honra na história do automobilismo e muitas comparações com o legendário piloto argentino Juan Manuel Fangio.

Com seu insaciável desejo de vencer, cruzou várias vezes a linha do fairplay, sendo a sua mais famosa atitude na última prova de 1990, o GP do Japão, em que Senna liderava o campeonato e deliberadamente não deixou que o rival Alain Prost (então segundo colocado no campeonato) o ultrapassasse na primeira curva da corrida. Ambos os carros se tocaram e saíram rodando para a caixa de brita na primeira curva da corrida; a saída de Prost garantia o título a Senna, o que se confirmou em duas ou três voltas após a decisão da direção de prova em não interromper a corrida. Este acidente Japão foi considerada por muitos uma revanche do ano anterior em que Prost, desta vez em primeiro lugar no campeonato, fez a mesma coisa com um aflito Senna precisando vencer a corrida para ter alguma chance no mundial. A colisão tirou Prost da corrida e Senna conseguiu continuar, mas foi desclassificado por cortar caminho numa chicane. Essa manobra deu a Prost o título mundial de 1989.

Em 1991 também no Japão Senna conquistou seu terceiro campeonato mundial com o segundo lugar na prova. Na entrevista com os três primeiros colocados adminitiu que 1990 havia sido um final triste para o campeonato e que sua decisão de não deixar Prost ultrapassá-lo na primeira curva devia-se ao fato da direção de prova ter se recusado a alterar a pole position do lado de dentro da pista para o lado de fora. Em sua visão a pole position (que havia sido conquistada por ele em 1990 no Japão) possuia uma desvantagem por estar do lado sujo da pista, o que o teria feito perder a primeira posição para Prost logo após a largada.

A sua competitividade freqüentemente o fazia superar os limites e ele sempre afirmava que não se contentava em ser o segundo melhor, mesmo que isso significasse o fim da corrida para ele. O seu companheiro de Williams, Damon Hill, sugeriu que Senna "prefere bater no seu oponente do que ser derrotado" e essa mentalidade pode ter sido o fator fundamental para o seu acidente fatal em San Marino.

Também é notável a dualidade de seu caráter. Esse desejo intenso de vencer na pista fazia grande constraste com sua personalidade humana e compassiva. Como um homem profundamente religioso, usou parte de sua fortuna para criar o Instituto Ayrton Senna com o propósito de ajudar os jovens pobres do Brasil e no mundo.

Senna vivia sempre muito preocupado com o potencial perigo desse esporte e sempre lutou junto aos organizadores e pilotos para melhorar a segurança nas pistas.

A carreira nas pistas

O início

Nascido na capital paulista, filho de um rico empresário brasileiro, logo interessou-se por automóveis. Incentivado pelo pai, um entusiasta das competições automobilísticas, ganhou o seu primeiro kart, feito pelo próprio pai (Sr. Milton), aos quatro anos de idade, e que tinha um motor de máquina de cortar relva. A habilidade do garoto na condução do novo brinquedo impressionou a família. Aos nove anos, já conduzia jipes pelas precárias estradas existentes no interior das propriedades do pai.

Começou a competir oficialmente nas provas de kart aos treze anos. Depois de terminar como segundo colocado em várias ocasiões, em 1977 ganhou o Campeonato Sulamericano de Kart.

Em 1981 começou a competir na Europa, ganhando o campeonato inglês de Fórmula Ford 1600 e foi campeão europeu e britânico de Fórmula 2000 no ano seguinte. Nessa época adotou o nome de solteira da mãe, Senna, pois Silva é um nome bastante comum no Brasil.

Em 1983, Senna ganhou o campeonato inglês de Fórmula 3, depois de muita luta e, muitas vezes controversa, batalha com Martin Brundle. Também triunfou no prestigioso Grande Prêmio de Macau pela Teddy Yip's Theodore Racing Team, diretamente relacionado à equipe que o conduziu à F3 britânica.

Neste último campeonato, após várias vitórias em Silverstone, a imprensa inglesa especializada chegou a chamar o circuito de Silvastone [4] em homenagem a Ayrton.

Fórmula 1

Senna atraiu a atenção de diversas equipes de Fórmula 1 como Williams, McLaren, Brabham e Toleman. Ao contrário do que se imagina, seu compatriota brasileiro, Nelson Piquet não se opôs à sua contratação pela Brabham. A patrocinadora da equipe, a Parmalat, tinha mais interesse em ter um piloto italiano na equipe do que ter dois brasileiros, influenciando na decisão da equipe em contratar o piloto italiano Teo Fabi para a temporada. Senna, imaginando que Piquet tinha mais influência na equipe, ficou ressentido declarando em uma entrevista que "Ele (Piquet) não ajudou e nem atrapalhou", dando a entender de que sua ida à Brabham foi vetada pelo então bicampeão mundial.


Assim, das três remanescentes, apenas a pequena Toleman ofereceu a ele um carro para disputar o ano de 1984.

1984: Toleman

Senna marcou seu primeiro ponto no campeonato mundial de pilotos logo no segundo grande prêmio que disputou, em Kyalami na África do Sul. Ele repetiu o resultado duas semanas depois, no Grande Prêmio da Bélgica, disputado no circuito de Zolder. Uma semana depois, o piloto brasileiro não conseguiu tempo para o Grande Prêmio de San Marino. Foi a única vez na carreira que isso aconteceu.

Mas sua performance no GP de Mônaco em 1984 trouxe-lhe todas as atenções das demais equipes. Classificou-se em 13º no grid de largada e fez um rápido progresso através das estreitas ruas de Monte Carlo. Na volta 19, passou Niki Lauda que estava em segundo, e começou a ameaçar o líder Alain Prost, e continuou por várias voltas lutando pelo primeiro lugar com seu limitado Toleman. A esta altura já chovia muito no circuito e a corrida foi interrompida na volta 31 por razões de segurança. Senna chegou a comemorar a vitória ultrapassando Alain Prost a poucos metros da linha de chegada mas, nesses casos, o regulamento mandava considerar as colocações da volta anterior e, ainda, por ter sido interrompida com mais da metade da corrida, os pontos deveriam ser computados pela metade (ver curiosidades).

Senna ainda ganhou dois pódiums naquele ano - terceiro no Grande Prêmio da Inglaterra, em Brands Hatch, e no GP de Portugal, em Estoril. Isso o deixou empatado com Nigel Mansell com 13 pontos, apesar de ter perdido o GP da Itália quando a Toleman o suspendeu de correr por quebra de contrato, depois dele ter assinado com a Lotus para o ano de 1985.

Ainda em 1984 Senna tomou parte nos 1000 km de Nürburgring, onde pilotou o Porsche 956 para o oitavo lugar, correndo em parceria com Henri Pescarolo e Stefan Johansson.

Também participou de uma corrida de exibição para celebrar a inauguração do novo circuito de Nürburgring. A maioria dos melhores pilotos da F1 participaram do evento, dirigindo carros Mercedes 190e 2.3-16 idênticos. Senna venceu Lauda e Carlos Reutemann.

1985-1987: Lotus

Na Lotus, em 1985, ele tinha como parceiro o italiano Elio de Angelis. Senna marcou sua primeira pole position na abertura da temporada no Brasil, no circuito de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, mas abandonou a prova devido a problemas elétricos.

Na segunda corrida do ano, o GP de Portugal, disputado no autódromo de Estoril, em 21 de abril de 1985, conseguiu sua primeira vitória na Fórmula 1, largando na pole position sob pesada chuva. Prost, em segundo, abandonou depois de bater no muro. Senna conseguiu sua segunda vitória, também sob chuva, no GP da Bélgica, no circuito de Spa-Francorchamps.

Graças ao excelente motor Renault de treinos, Senna passaria a ser o "rei das pole positions". Mas, nas pistas, ele não terminou a maioria dos grandes prêmios. Encerraria o ano com uma corrida marcante no GP da Austrália, quando repetiu seu ídolo Gilles Villeneuve e pilotou um bom tempo sem o bico do carro, saindo várias vezes da pista mas mantendo a segunda posição. O carro mais uma vez não aguentou o esforço e Senna abandonou a corrida.

Senna terminou a temporada de 1985 em quarto lugar no Campeonato Mundial de Pilotos, com 38 pontos e seis podiums (duas vitórias, dois segundos e dois terceiros lugares), além de sete pole positions.


Em 1986, Ayrton escolheu Scot Johnny Dumfries como parceiro, vetando o inglês Derek Warwick sob a alegação de que a Lotus não tinha condições de manter carros competitivos para dois pilotos de ponta ao mesmo tempo.

A nova Lotus 98T mostrou ser mais confiável em 1986 e a temporada começou bem para Senna, terminando em segundo a corrida vencida pelo também brasileiro Nelson Piquet, numa dobradinha caseira, no GP do Brasil em Jacarepaguá. Reconhecendo estar com um carro inferior aos das Williams e McLaren, Senna passou a adotar uma estratégia de não parar para trocar pneus, buscando ficar na frente dos adversários o maior tempo possível. Com essa tática ele passou a liderar o campeonato pela primeira vez na carreira, depois de vencer o GP da Espanha, em Jerez de la Frontera, no qual bateu a Williams de Nigel Mansell por 0,014s - uma das menores diferenças de chegada da história da F1.

Mas a liderança do campeonato não foi mantida por muito tempo já que Senna abandonou diversas outras corridas por problemas mecânicos. A caça ao primeiro título mundial acabou sendo uma luta entre Prost e sua McLaren-TAG e a dupla Piquet e Mansell da Williams-Honda.

Na Hungria, um circuito ainda mais travado (que não permitia ultrapassagens), repetiu uma vez mais a estratégia, mas foi ultrapassado por Nelson Piquet, numa das mais sensacionais manobras da história da Fórmula 1 moderna.

Ainda nesse ano, Senna se tornaria definitivamente um ídolo no Brasil ao conquistar sua segunda vitória na temporada no GP dos Estados Unidos, disputado em Detroit, e terminou o campeonato novamente na quarta colocação, com 55 pontos, oito poles e seis pódiums.

O ano de 1987 veio com muitas promessas de dias melhores. A Lotus tinha agora o mesmo poder dos motores Honda das Williams depois que a Renault decidira se retirar do esporte. Depois de um começo lento, Senna ganhou duas corridas em seguida: o prestigioso GP de Mônaco (a primeira do recorde de seis vitórias no principado) e o GP dos Estados Unidos em Detroit, também pelo segundo ano seguido, e mais uma vez chegou à liderança do campeonato. Nesse momento, a Lotus-Honda 99T parecia ser mais ou menos igual aos ótimos Williams-Honda, mais uma vez pilotados por Piquet e Mansell. Mas apesar da performance do 99T, que usava a tecnologia da suspensão ativa, as Williams FW11Bs de Piquet e Mansell eram ainda carros a serem batidos. A diferença entre as duas equipes nunca foi tão evidente quanto no GP da Inglaterra de 1987, em Silverstone, onde Mansell e Piquet voaram sobre as Lotus de Senna e seu parceiro, Satoru Nakajima. Depois de rodar na pista devido a uma falha na embreagem a três voltas do final no GP do México, Senna ficou fora da luta pelo campeonato, deixando Piquet e Mansell brigando por ele nas últimas duas corridas.

Mansell feriu-se nas costas em um grave acidente durante os treinos para o GP do Japão de 1987, em Suzuka, deixando o campeonado nas mãos de Piquet. Entretanto, isso significava que Senna poderia terminar a temporada em segundo lugar se ele terminasse a corrida entre os três primeiros nas duas corridas que faltavam - Japão e Austrália. Ele terminou as duas em segundo, mas as medições feitas no carro depois do GP da Austrália constataram que os dutos dos freios eram mais largos do que o permitido pelo regulamento e Senna foi desclassificado, dando à Lotus a sua última bem sucedida temporada. Ele acabou classificado em terceiro na colocação final, com 57 pontos, uma pole e oito podiums (duas vitórias, quatro segundos e dois terceiros). Essa temporada marcou uma reviravolta na carreira de Senna depois dele ter construído uma profunda relação com a Honda, que lhe rendeu grandes dividendos. Ayrton foi contratado pela McLaren que acertou com a Honda o fornecimento de motores V6 Turbo para 1988.

1988-1993: McLaren



Em 1988, as McLaren-Honda ostentavam os números 11 e 12, desta vez com a dupla Alain Prost e Ayrton Senna. A feroz competição entre Senna e Prost fez rachar a relação entre os dois e culminou com um alto número de dramáticos acidentes entre eles. A dupla venceu 15 das 16 corridas disputadas, com predomínio total da McLaren MP4/4 em 1988, e Senna conquistou seu primeiro campeonato mundial.

Senna dirigia a McLaren MP4/5 em 1989. Nesse ano, a rivalidade entre ele e Prost intensificou as batalhas na pista e uma grande guerra psicológica. Prost conquistou o tri-campeonato em 1989 depois de uma colisão com Senna durante o GP do Japão, em Suzuka, penúltima corrida da temporada, e que Senna precisava vencer para ter chances de conquistar o campeonato mundial. Senna tentou ultrapassar Prost na chicane, os dois "tocaram" os pneus e foram para fora da pista com os carros entrelaçados. Senna retornou à pista auxiliado pelos fiscais, que empurraram seu carro pois o motor havia apagado e ele foi direto aos boxes para reparar o bico do carro danificado na manobra. Voltando à pista, tirou a liderança de Alessandro Nannini, da Benetton, e chegou em primeiro, sendo desclassificado pela FIA por cortar a chicane depois da colisão com Prost. A penalização e a suspensão temporária de sua superlicença - que é a habilitação de um indivíduo para pilotar carros de F1 - fez com que Senna travasse uma batalha de palavras com a FIA e seu presidente Jean-Marie Balestre[5].

Em 1990, no mesmo circuito e com os dois pilotos novamente disputando o título mundial, Senna tirou a pole de Prost. A pole em Suzuka ficava no lado direito da pista, na parte suja. A Ferrari de Prost fez uma largada melhor e pulou à frente da McLaren de Senna. Na primeira volta, Senna colocou agressivamente seu carro na linha de tangência enquanto Prost fazia a curva e a McLaren tocou a roda traseira da Ferrari de Prost a 270 km/h (170 mph), levando os dois carros para fora da pista. Ao contrário do ano anterior, desta vez o abandono dos pilotos deu a Senna o seu segundo título mundial.

Um ano mais tarde, depois de conquistar seu terceiro título mundial, Senna explicou à imprensa o que acontecera no ano anterior em Suzuka. Ele tinha como prioridade conseguir a pole pois havia recebido informações seguras de que esta mudaria de lado, passando para a esquerda, o lado limpo da pista, somente para descobrir que essa decisão havia sido revertida por Balestre depois que ele conquistara a pole. Explicando a colisão com Prost, Senna disse que queria deixar claro que ele nunca iria aceitar as decisões injustas de Balestre, incluindo a sua desclassificação em 1989 e a pole de 1990[6]:



"Eu acho que o que aconteceu em 1989 foi imperdoável e eu nunca irei esquecer isso. Eu me empenho em lutar até hoje. Você sabe o que aconteceu aqui: Prost e eu batemos na chicane, quando ele virou sobre mim. Apesar disso, eu voltei à pista, ganhei, e eles decidiram contra mim, o que não foi justo. E o que aconteceu depois foi "teatro", mas eu não sei o que pensei. Se você faz isso, você será penalizado, multado e talvez perca sua licença. Essa é a forma correta de trabalhar? Não... Em Suzuka no ano passado eu pedi aos organizadores para trocar o lado da pole. Não foi justo, porque o lado direito é sempre o sujo. Você se esforça pela pole e é penalizado por isso. E eles dizem: "Sim, sem problema." E depois o que acontece? Balestre dá a ordem para não mudar nada. Eu sei como o sistema funciona e eu pensei que foi mesmo uma m****. Então eu disse a mim mesmo: "Ok, aconteça o que acontecer, eu vou entrar na primeira curva antes - Eu não estava preparado para deixar o outro (Alain Prost) chegar na curva antes de mim. Se eu estou perto o suficiente dele, ele não poderá virar na minha frente - e ele será obrigado a me deixar seguir." Eu não me importo em bater; eu fui para isso. E ele não quis perder a chance, virou e batemos. Foi inevitável. Tinha que acontecer.

"Então você deixou isso acontecer", alguém diria. "Por que eu causaria isso?". Se você se ferrar cada vez que estiver fazendo o seu trabalho limpo, conforme o sistema, o que você faz? Volta para trás e diz "Obrigado"? De jeito nenhum! Você deve lutar para o que você acha que é certo. Se a pole estivesse colocada na esquerda, eu teria chegado na frente na primeira curva, sem problemas. Que foi uma péssima decisão manter a pole na direita, e isso foi influenciado pelo Balestre, isso foi. E o resultado foi que aconteceu na primeira curva. Eu posso ter contribuído, mas não foi minha responsabilidade"[7].

Em 1992, Senna estava determinado a vencer apesar do desânimo na McLaren com as Williams FW14B, o melhor carro da temporada. Senna chegou até a cogitar correr na fórmula Indy [8]. O novo carro da McLaren, o modelo MP4-7A, para a temporada, tinha diversas falhas.

Houve um atraso em fazer o novo carro (ele estreou na terceira corrida, no GP do Brasil) além da carência de confiabilidade da suspensão ativa, que deixava o carro imprevisível nas curvas rápidas, enquanto os motores Honda V12 não eram os mais potentes. Senna venceu em Mônaco, Hungria e Itália naquele ano, e acabou o campeonato num modesto quarto lugar perdendo o terceiro para Michael Schumacher na última corrida.



Senna demorou muito a decidir o que fazer em 1993 e chegou ao final do ano sem ser contratado por nenhuma equipe. Ele sentiu que os carros da McLaren não seriam competitivos, especialmente depois que a Honda resolveu se retirar da F1 no final de 1992, e não poderia ir para a Williams enquanto Prost estivesse por lá, pois o contrato dele proibia a equipe de ter Senna como seu parceiro.

Ron Dennis, chefe da McLaren, estava tentando assegurar um fornecimento de motores Renault V10 para 1993. Com a recusa da Renault, a McLaren foi obrigada a pegar os motores Ford V8 como um cliente comum. Dessa forma, a McLaren recebeu versões de motores mais velhas do que os clientes preferenciais da Ford, como a Benetton, e tentou compensar essa deficiência de potência com mais tecnologia e sofisticação, inclusive um sistema efetivo de suspensão ativa. Dennis finalmente persuadiu Senna a voltar para a McLaren, mas o brasileiro concordou somente em assinar para a primeira corrida da temporada, na África do Sul, onde ele iria verificar se os carros da McLaren eram competitivos o bastante para lhe proporcionar uma boa temporada.

Senna concluiu que esse novo carro tinha um surpreendente potencial mas ainda estava abaixo da potência, e não seria páreo para a Williams-Renault de Prost. Senna decidiu não assinar por uma temporada e sim por cada corrida a ser disputada. Eventualmente ele poderia permanecer por um ano, apesar de que algumas fontes afirmarem que isso foi mais um jogo de marketing entre Dennis e Senna.


Depois de terminar em segundo na corrida de abertura da temporada na África do Sul, Senna ganhou os GPs do Brasil e da Europa, na chuva. Esta última é freqüentemente lembrada como sendo uma de suas maiores vitórias na F1. Ele largou em quarto e caiu para quinto na primeira curva, mas já estava liderando antes da primeira volta ser completada. Alguns pilotos precisaram de sete pit stops para trocar os pneus de chuva/lisos dependendo das mudanças climáticas ao longo da corrida. Senna foi segundo na Espanha e quebrou o recorde de seis vitórias em Mônaco, o que lhe fez jus ao antigo apelido de Graham Hill: Mister Mônaco. Depois de Mônaco, a sexta corrida da temporada, Senna liderou o campeonato à frente da Williams-Renault de Prost e da Benetton de Michael Schumacher, apesar da inferioridade dos motores da McLaren. A cada corrida, as Williams de Prost e Damon Hill mostravam a superioridade, com Prost caminhando para o campeonato enquanto Hill mantinha os segundos lugares. Senna concluiu a temporada e sua carreira na McLaren com duas vitórias (no Japão e Austrália) e ficou com a segunda colocação na classificação geral. A penúltima corrida da temporada foi marcada por um incidente entre Eddie Irvine e Senna, iniciado numa manobra de Irvine. O brasileiro, inflamado, foi aos boxes da equipe Jordan e socou o irlandês.[9]

1994: Williams


Senna já havia tentado entrar para a Williams em 1993, mas foi impedido por Prost, que vetou seu nome. Senna se ofereceu para pilotar por nada, pois seu desejo era fazer parte da vencedora equipe Williams-Renault, mas foi impedido por uma cláusula no contrato[carece de fontes?] do francês que impedia o brasileiro de entrar para a equipe. Porém, essa cláusula não se estenderia até 1994, o que fez Prost se retirar das corridas um ano antes de vencer seu contrato, preferindo isso a ter seu principal rival como companheiro de equipe. Em 1994, Senna finalmente assinou com a equipe Williams-Renault.

Senna agora estava na equipe que havia ganho os dois campeonatos anteriores com um veículo muito superior aos demais. Era natural que, na pré-temporada, ele fosse considerado o favorito ao título, acompanhado de Damon Hill, que deveria fazer o papel de coadjuvante. Prost, Senna e Hill haviam ganho todas as corridas exceto uma, vencida por Michael Schumacher.


A pré-temporada de testes mostrou que o carro era rápido mas difícil de dirigir. A FIA havia banido os sistemas eletrônicos, incluindo a suspensão ativa, o controle de tração e os freios ABS para fazer o esporte mais "humano". A Williams não se mostrou um carro equilibrado no início da temporada. O próprio Senna fez várias declarações que o carro era instável e desajeitado, indicando que o FW16, depois de perder a suspensão ativa, os ABS e o controle de tração, entre outras coisas, já não oferecia a mesma superioridade mostrada pelos FW15C e FW14B dos anos anteriores. Apesar de menor potência, a equipe Benetton pilotada por Schumacher apontou como maior rival.

A primeira corrida da temporada 1994 foi no Brasil, disputado em Interlagos, quando Senna fez a pole. Na corrida, Senna assumiu a ponta, mas Schumacher com a Benetton tomou a liderança depois de passar Senna nos boxes. Senna, determinado a vencer no Brasil, errou e rodou na curva da Junção e ficou encalhado na zebra, abandonando a prova.

A segunda prova foi no Grande Prêmio do Pacífico, disputado em Aida, no Japão, onde Senna novamente ganhou a pole. Porém Senna envolveu-se numa colisão já na primeira curva. Ele foi tocado atrás por Mika Häkkinen e sua corrida acabou definitivamente quando a Ferrari de Nicola Larini também bateu na sua Williams. Seu companheiro de equipe, Damon Hill, terminou em segundo enquanto Schumacher venceu novamente.


Este foi o seu pior início de temporada de F1, falhando por não terminar e em não pontuar nas duas primeiras corridas, apesar de ter sido pole em ambas. Schumacher com sua Benetton estavam liderando o campeonato com vinte pontos de diferença para Senna, que estava com zero.


Luca Di Montezemolo, diretor da Ferrari naquela ocasião, informou que Senna veio até ele na quinta-feira anterior à prova de Ímola e elogiou a Ferrari pela batalha contra os eletrônicos na F1. Senna disse também que ele gostaria de encerrar sua carreira correndo pela Ferrari.[10]